Cleber Fossá defende solução definitiva para o Hospital Regional do Oeste

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Sessão ordinária da Câmara Municipal de Chapecó desta quarta-feira (13) foi realizada dentro das dependências do Hospital Regional do Oeste (HRO). O objetivo principal foi o de chamar a atenção para a situação financeira da instituição e o encontro teve presença de representantes de entidades do município, do governo do Estado e da sociedade civil. E assim como em outras oportunidades o vereador Cleber Fossá (MDB) fez cobrança enfática para resolver o problema.

Conforme a Associação Hospital Lenoir Vargas Ferreira, que administra o HRO, o déficit mensal é de R$ 7 milhões. “A receita do HRO gira em torno de R$ 10 milhões/mês; os custos, somando os empréstimos, chegam a quase R$ 17 milhões mensais. A dívida total beira os R$ 40 milhões, a maior parte para médicos, fornecedores e a terceiros”, destacou o presidente da Associação, Reinaldo Lopes. A principal solicitação é para que o Estado aumente o valor de repasse mensal.

“A questão do HRO não é apenas do governo atual, é vem de muitos e muitos anos. Estamos é enxugando gelo. O governo do Estado, enquanto gestor principal, tem que tomar uma atitude e repassar o dinheiro para custear o HRO. Não se trata apenas de pacientes, mas e os médicos, enfermeiros, técnicos e demais servidores? É vida cuidando de vida!”, disse Fossá, ressaltando a presença na sessão do secretário parlamentar do deputado estadual Mauro De Nadal (MDB).

Os vereadores e representantes de entidades que se pronunciaram durante a sessão cobraram fortemente para que o Estado contribua com volume maior de recursos ou então para assumir integralmente a administração do HRO. O Hospital Regional do Oeste atende a uma população de cerca de 1,3 milhão de pessoas, em sua área de atuação, e conta atualmente com 308 leitos de internação, 40 leitos intermediários, aproximadamente 1,5 mil funcionários e 350 médicos.

Cleber Fossá deu um exemplo na sessão da diferença de recursos e das dificuldades do HRO. O Hospital Regional Terezinha Gaio Basso, em São Miguel do Oeste – que conta com 92 leitos de baixa e média complexidade – recebe mensalmente R$ 5,5 milhões; enquanto o HRO, que tem quase 350 leitos de alta, média e baixa complexidade, ganha menos do que odobro do valor do Hospital de São Miguel. “E o que queremos é que o repasse seja justo aqui também”, finalizou.

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