Proteger o meio ambiente e combater a poluição, bem como preservar as florestas, a fauna e a flora. Estes são os principais objetivos da moção de apelo apresentada pelo vereador Cleber Fossá (MDB) ao Poder Público de Chapecó. O documento cobra a realização de um estudo de viabilidade técnica, ambiental, urbanístico, jurídico e financeiro para a criação de um Parque Zoobotânico em Chapecó. O vereador diz que um Parque Zoobotânico representa instrumento eficaz para educação ambiental.
O vereador sustenta que com a criação de um Parque Zoobotânico, Chapecó poderá ser reconhecido ainda mais por promover a preservação da biodiversidade regional, da flora e da fauna; incentivar a educação ambiental, científica, cultural; contribuir para o turismo ecológico e sustentável; estimular a participação universitária e comunitária; gerar desenvolvimento socioeconômico com base sustentável; e reforçar a identidade ecológica de Chapecó nos cenários regional, estadual e nacional.
“Áreas destinadas para a preservação da biodiversidade, como jardins botânicos e zoológicos, com funções de conservação, pesquisa científica, educação ambiental e lazer, são bem importantes para proteger a fauna e a flora, mas também, são voltadas à sensibilização ecológica de estudantes e dos visitantes, promovendo atividades pedagógicas, trilhas, ações de conscientização, para exposições e outras atividades, todas elas servindo para a conservação da biodiversidade”, comentou o vereador.
Importância da medida
Para Fossá, a estrutura pode contribuir para acolhimento e manejo dos animais silvestres resgatados e/ou vítimas de tráfico, com a atuação em parceria com órgãos ambientais como o Instituto do Meio Ambiente (IMA), IBAMA e ONGs especializadas. O vereador lembra que Chapecó dispõe de áreas públicas urbanas e periurbanas com potencial para uso ambiental qualificado, podendo servir como local adequado para a instalação do Parque Zoobotânico Municipal, que seja de referência regional.
Além disso, Fossá recorda que Chapecó e região abrigam diversas instituições de ensino superiores públicas ou privadas, com cursos nas áreas de ciência biológica, veterinária, agronomia, arquitetura, ecologia, turismo e engenharia ambiental. Todas elas poderão contribuir com conhecimento técnico, pesquisas, extensão e com participação no planejamento e gestão do espaço, capacitando Chapecó a integrar, se desejar, o circuito de turismo ecológico, científico e pedagógico da região Sul do Brasil.
“O município de Chapecó não conta com equipamento público de grande porte voltado à integração ambiental entre fauna e flora, sendo esta uma lacuna relevante a ser preenchida, ainda mais se forem considerados os compromissos contemporâneos com o meio ambiente. Um Parque Zoobotânico vai fortalecer a imagem de Chapecó como destino sustentável, sendo atrativo para estudantes, turistas e pesquisadores, podendo ainda estimular empreendimentos com bases sustentáveis”, finalizou Fossá.

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