Cleber Fossá requer alargamento da avenida Porto Alegre na área sul de Chapecó

Published by

on

O possível alargamento da avenida Porto Alegre, no sentido sul de Chapecó, foi solicitado pelo vereador Cleber Fossá (MDB), através de uma moção de apelo endereçada para a Prefeitura de Chapecó. O parlamentar apontou o trecho compreendido entre a rua Achiles Tomazelli e a rua David Cansian, abrangendo os bairros Centro e Palmital, como possibilidade de receber a obra, após a realização de estudo de viabilidade que indique, ou não, a necessidade do alargamento.

Conforme Fossá, o estreitamento da avenida naquele trecho compromete a fluidez do trânsito e coloca em risco a segurança de condutores, ciclistas e pedestres, principalmente em horários de pico, quando há congestionamento e dificuldade na visibilidade devido ao estacionamento irregular ou inadequado de veículos escolares, já que há uma escola na proximidade. O local é um importante corredor viário de ligação entre o centro e os bairros da região sul de Chapecó.

“O alargamento da via poderá proporcionar melhores condições de acessibilidade, mobilidade urbana, segurança viária, fluidez no tráfego e integração entre modais de transporte, além de prevenir acidentes e conflitos entre usuários da via. A realização de estudo técnico, urbanístico e de impacto no tráfego é medida necessária, preliminar à execução de qualquer obra pública, garantindo um planejamento adequado e uso racional de recursos públicos”, comentou Fossá.

Via de mão única

Outro pedido apresentado pelo vereador Cleber Fossá é para que, enquanto não seja feito um estudo para o alargamento da avenida Porto Alegre, que seja realizado estudos de viabilidade, com período de testes, para implementação de mão única na referida avenida, sentido centro-bairro, após o cruzamento da rua Achiles Tomazelli até a rua das Acácias. “A ação melhoraria a segurança viária e aumentaria a capacidade da via, em especial em horários de pico”, afirmou.

O vereador lembrou que o pedido é para que seja realizado um período de teste, ou seja, que a medida não é definitiva e também poderia ter prazo para finalizar, se a via for alargada mais tarde. “A adoção de uma fase experimental para implantação de mão única é prática comum e prevista na engenharia de tráfego, permitindo avaliação técnica, social e operacional antes da medida definitiva, com possibilidade de ajustes conforme os resultados observados”, finalizou.

Deixe um comentário