O crescimento populacional de Chapecó tem trazido alguns desafios à administração municipal, em diversos pontos, a exemplo da mobilidade urbana. Com base nisso, o vereador Cleber Fossá (MDB) apresentou à Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Obras Estruturantes pedido para que faça estudos de viabilidade para o alargamento de algumas ruas centrais que dão acessos a vários bairros de Chapecó, visando melhorar diversos corredores viários e ampliar, assim, as capacidades das vias.
Fossá afirmou que o atual estreitamento das vias compromete a fluidez do trânsito e coloca em risco a segurança de condutores, ciclistas e pedestres, principalmente em horário de pico, quando há mais congestionamentos e dificuldades de visibilidade devido ao estacionamento irregular ou inadequado dos veículos. “O alargamento destas vias proporcionarão melhores condições na mobilidade urbana, segurança viária, fluidez no tráfego e a integração entre modais de transporte e prevenirá acidentes”.
Um dos trechos que Fossá solicitou estudo de viabilidade é para o alargamento da rua Barão do Rio Branco, entre as ruas Assis Brasil, bairro Maria Goretti, e a São Francisco, bairro Presidente Médici. O vereador afirmou que a via é importante corredor viário de ligação aos bairros da região Leste e o centro, com bastante fluxo de veículos e pedestres. Outro pedido é um estudo para o alargamento da rua Benjamin Constant, entre as ruas Borges de Medeiros e Israel, localizadas no Presidente Médici.
“As ruas Barão do Rio Branco e Benjamin Constant são largas até um certo ponto e, após, estreitam em direção ao Presidente Médici. Elas são ligações a outros bairros, como o Paraíso e o São Pedro, locais populosos e que sofrem com mobilidade. Ainda, o Plano Diretor de Chapecó determina como diretrizes do desenvolvimento urbano: a melhoria da infraestrutura viária, a segurança no tráfego e a priorização das áreas críticas com alta densidade de circulação de veículos e pedestres”, disse Fossá.
O vereador relembrou que esse tipo de situação compromete a fluidez do trânsito, mas ainda coloca em risco a segurança de condutores, de ciclistas e de pedestres, principalmente em horários de pico, quando há congestionamentos e dificuldade na visibilidade devido ao estacionamento irregular e/ou inadequado de veículos. “Realização de estudo técnico, urbanístico e de impacto no tráfego é a ação preliminar à execução de qualquer obra, garantindo assim planejamento adequado”, ressaltou Fossá.

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