O vereador Cleber Fossá apresentou moção de apelo propondo estudo de viabilidade para aquisição de Desfibriladores Externos Automáticos (DEAs) destinados à Guarda Municipal de Chapecó e para unidades policiais. A iniciativa prevê ainda implantação de um programa permanente de capacitação dos agentes e dos policiais para Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), Atendimento Pré-Hospitalar (APH), com um objetivo principal de ampliar a capacidade de resposta em situações de emergência.
O objetivo, disse Fossá, é ampliar a capacidade de resposta em situações de emergência e contribuir para a preservação de vidas. Segundo o vereador, a Guarda Municipal atua diariamente em locais de grande circulação de pessoas, como em praças, parques, escolas, unidades municipais, em eventos e vias públicas, podendo ser uma das primeiras forças públicas a chegar até ocorrências que exigem o atendimento imediato a todos os cidadãos, contribuindo para preservação da vida dos chapecoenses.
Os equipamentos seriam distribuídos também a delegacias, unidades e para o Sistema Penitenciário. O vereador afirma que, em casos de parada cardiorrespiratória, a rapidez no atendimento é essencial para aumentar as chances de sobrevivência e reduzir riscos de sequelas. Neste contexto, a utilização da Ressuscitação Cardiopulmonar associada à desfibrilação precoce pode então contribuir para uma resposta mais eficiente enquanto as equipes especializadas na área da saúde não chegam até o local.
Para ele, a preparação dos agentes para as situações de emergência pode representar um importante reforço à proteção da população. Em casos de parada cardiorrespiratória, a rapidez no atendimento é fundamental para aumentar as chances de sobrevivência e reduzir o risco de sequelas. Para Fossá, a iniciativa não deve se limitar à compra dos equipamentos, sendo necessário garantir os treinamentos contínuos dos agentes e dos policiais, ampliando o conhecimento para utilização dos equipamentos.
A proposta prevê que a eventual aquisição dos Desfibriladores Externos Automáticos seja precedida por um estudo técnico, financeiro e operacional, considerando a quantidade necessária, distribuição estratégica dos equipamentos, os protocolos de manutenção, a reposição de insumos e a capacitação de servidores responsáveis pela utilização. Segundo Fossá, a iniciativa não deve se limitar à compra dos equipamentos, sendo necessário garantir treinamento contínuo dos agentes, guardas e policiais.
A capacitação em RCP, APH e operação dos desfibriladores permitiria que os profissionais estejam preparados para agir com segurança e rapidez em situação que envolva paradas cardiorrespiratórias ou outras emergências até a chegada das equipes especializadas. “Em uma emergência, cada minuto pode fazer a diferença. A Guarda Municipal está presente em diferentes pontos da cidade e, muitas vezes, pode chegar primeiro a uma ocorrência. E da mesma forma, policiais e agentes”, disse Fossá.
Fossá ressalta que investimentos em prevenção e para preparação para atendimentos de emergência podem gerar resultados importantes à população. Segundo ele, além de ampliar as possibilidades de sobrevivência, uma resposta rápida ou adequada pode contribuir para reduzir sequelas e melhorar o atendimento prestado em situações críticas. “Não basta ter o equipamento disponível, é preciso ter profissionais preparados para utilizá-lo corretamente. Por isso, é preciso capacitação”, concluiu ele.

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